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Dicas de sites sobre Finanças.

Deixo com vocês alguns sites e links sobre o tema Finanças e Custos.
Esse blog foi criado, pois foi o trabalho final da disciplina de Contabilidade Gerencial que estou cursando na faculdade, faço Comércio Exterior, o nosso professor Dr.Alexandre Bossi, não é mais comum dos professores, tem uma visão mais futurística em algumas situações e principalmente pensar em um blog para um trabalho final de sua disciplina, foi a superação de tudo o que tinha visto até então como estudante. Que dia eu no meu terceiro ano do segundo grau apresentando um trabalho final pela a internet? Risos! Viva a evolução da informática.

Site Dinheirama. Uma visão mais dinâmica das situações da vida

WWW.dinheirama.com

Site Dicas financeiras. Um blog mais teórico, mas com tira-dúvidas diário.

http://dicasfinanceiras.blog.terra.com.br/

Site Quero ficar rico. O nome já diz tudo

http://queroficarrico.com/blog/

Link’s do Youtube

Educação financeira: http://www.youtube.com/watch?v=M2nE81TKSCg&feature=player_embedded

Educação financeira: Como educar seus filhos. ESSE É BOM HEIN?

http://www.youtube.com/watch?v=RMrpyywZ9Vc&feature=related

6 Dicas Financeiras para os Jovens:

http://www.artigonal.com/financas-pessoais-artigos/6-dicas-financeiras-para-jovens-1532037.html

Site Sebrae

WWW.sebrae.com.br

Site Infomoney. Um site mais completo, abrange várias questões relacionadas a finanças.

http://web.infomoney.com.br/

Esse seria o ultimo post, mas como diz um cd de uma banda que eu gosto muito:
Ainda não é o ultimo! Continuarei a postar por mais que o trabalho acabou nesse exato momento.

Abraços! Até a próxima

José Matheus, o que conquistou mais uma aprovação em uma disciplina na faculdade!Risos

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Quero abrir minha empresa, como farei?? Perguntas e respostas!

Fico me perguntando como seria seu eu abrisse uma empresa, algo meu e bem pessoal.
Sonho com vários funcionários, um negócio próspero e etc.
Porém, sempre haverá um nas nossas vidas, existem vários contra tempos e navegando na internet achei o site do SEBRAE (WWW.sebrae.com.br) que fala EXATAMENTE sobre assunto.
Selecionei algumas perguntas básicas. Então aprendemos!

1.O que é Empreendedor Individual ?
Considera-se EI o empresário individual a que se refere o art. 966 da Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002 – Código Civil, que tenha auferido receita bruta, no ano-calendário anterior, de até R$ 36.000,00 e que seja optante pelo Simples Nacional.

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2.Como e onde posso me formalizar?
A formalização é feita pela internet no endereço no endereço www.portaldoempreendedor.gov.br.
Há um considerável número de empresas contábeis espalhadas pelo Brasil que poderão realizar esse trabalho de graça. Para saber quem são essas empresas consulte a relação constante dos endereços no portal do empreendedor na Internet.
Lembre-se de que toda atividade a ser exercida, mesmo na residência, necessita de autorização prévia da Prefeitura que nesse caso será também de graça. O SEBRAE é outro parceiro que oferecerá orientação de graça sobre a formalização.

3.Quanto tempo demora para me formalizar?
Como a formalização é feita pela Internet, o CNPJ, o número de inscrição na Junta Comercial, no INSS e um documento de alvará que equivale ao alvará de funcionamento são obtidos imediatamente, gerando um documento que deve ser impresso, assinado e encaminhado à Junta Comercial acompanhado de cópia da Identidade.
Lembre-se, também, de que é necessário conhecer as normas da Prefeitura para desenvolver o seu negócio, seja ele qual for. Não se registre se não estiver dentro dos requisitos municipais, principalmente em relação à possibilidade de atuar naquele endereço.

4.Posso me formalizar a qualquer tempo?
Para o empreendedor que está obtendo o CNPJ a partir de primeiro de julho de 2009, a opção será simultânea e vale para o ano todo de forma irretratável. No caso de empreendedores que já possuem CNPJ a opção somente poderá ser feita durante o mês de janeiro de cada ano.

5.Qual o custo da formalização?
O ato de formalização está isento de todas as tarifas. Para a formalização e para a primeira declaração anual existe uma rede de empresas de contabilidade que são optantes pelo SIMPLES NACIONAL que irão realizar essas tarefas sem cobrar nada no primeiro ano.
Após a formalização o empreendedor terá o seguinte custo:
Para a Previdência:
R$ 51,15 por mês (representa 11% do salário mínimo que é reajustado no início de cada ano);
Para o Estado:
R$ 1,00 fixo por mês se a atividade for comércio ou indústria; Para o Município: R$ 5,00 fixos por mês se a atividade for prestação de serviço.

7.Qual será o procedimento em caso de atraso nos pagamentos dos impostos?
Caso haja esquecido o pagamento na data certa haverá cobrança de juros e multa.
A multa será de 0,33% por dia de atraso limitado a 20% e os juros serão calculados com base na taxa SELIC, sendo que para o primeiro mês de atraso os juros serão de 1%.

Após o vencimento deverá ser gerado novo DAS, acessando-se novamente o endereço www.portaldoempreendedor.gov.br.
A emissão do novo DAS já conterá os valores da multa e dos juros, sem precisar fazer cálculos por fora e não custa nada.

8.Que outras obrigações terei junto a Receita Federal, Secretaria da Fazenda do estado e Secretaria de Finanças do município?
Anualmente deverá fazer uma Declaração do faturamento, também pela Internet e nada mais.
Essa declaração deverá ser feita até o último dia do mês de Janeiro de cada ano. Mensalmente deverá fazer uma declaração correspondente, basicamente , à informação de quanto o empreendimento faturou, com emissão de notas fiscais e sem a emissão de notas fiscais.
Pode ser de próprio punho e não precisa ser enviada a lugar algum. Basta guardá-la. Além disso, o empreendedor deverá guardar as notas fiscais de suas compras.

9. Qual a receita bruta anual do Empreendedor Individual?
Quando o Empreendedor Individual já possuir uma empresa individual, a sua receita bruta anual não poderá ultrapassar R$ 36.000,00.
Mas, caso constitua uma empresa no decorrer do ano, a receita bruta de R$ 36.000,00 será proporcional aos meses em que a empresa foi constituída até o final do ano.
Por exemplo: 36.000,00 / por 12 meses = 3.000,00 por mês, logo, se uma empresa for registrada em abril, a receita bruta não poderá ultrapassar R$ 27.000,00 (3.000,00 * 9 meses = 27.000,00).

10 .Se a pessoa estiver enquadrada na lei do Empreendedor Individual e estourar a cota de 36 mil anual o que ocorre?
Nesse caso temos duas situações.
A Primeira: o faturamento foi maior que 36.000,00, porém não ultrapassou R$ 43.200,00. Nesse caso o seu empreendimento é incluído no sistema do SIMPLES NACIONAL, na categoria de microempresa, a partir de janeiro do ano seguinte ao ano em que o faturamento excedeu os R$ 36.000,00.
A partir daí o seu pagamento passará a ser de um percentual do faturamento por mês, 4% se for comércio, 4,5% se for indústria e 6% se for prestador de serviço.
O valor do excesso deverá ser acrescentado ao faturamento do mês de janeiro e os tributos serão pagos juntamente com o DAS referente àquele mês.

A Segunda: o faturamento foi superior a R$ 43.200,00. Nesse caso o enquadramento no SIMPLES NACIONAL é retroativo e o recolhimento sobre o faturamento, conforme explicado na Primeira Situação passa a ser feito no mesmo ano em que ocorreu o excesso no faturamento, COM acréscimos de juros e multa.
Por isso, recomenda-se que o empreendedor, ao perceber que seu faturamento no ano será maior que R$ 43.200,00, inicie imediatamente o cálculo e o pagamento dos tributos acessando diretamente o Portal do SIMPLES NACIONAL, no endereço www.receita.fazenda.gov.br .

11.. Poderá o Empreendedor Individual trabalhar em sua residência?
Poderá o Município conceder Alvará de Funcionamento Provisório para o Empreendedor Individual:
I – instalado em áreas desprovidas de regulação fundiária legal ou com regulamentação precária;
II- em residência do Empreendedor Individual, na hipótese em que a atividade não gere grande circulação de pessoas. Ele deve, antes de proceder ao registro, consultar o município para saber se naquele endereço residencial pode ser instalado um negócio, lembrando que o bem estar coletivo se sobrepõe ao interesse individual.
Isso quer dizer que atividades barulhentas ou com grande circulação de pessoas, dificilmente poderão ser exercidas em residências.

12. O Empreendedor Individual é obrigado a emitir nota fiscal?
O Empreendedor Individual estará dispensado de emitir nota fiscal para consumidor pessoa física, mas estará obrigado à emissão quando vender para pessoa jurídica.

13. Preciso ter contabilidade?
A contabilidade formal como livro diário e razão está dispensada. Não é preciso também ter Livro Caixa, contudo, o empreendedor deve zelar pela sua atividade e manter um mínimo de controle em relação ao que compra, ao que vende e quanto está ganhando.
Essa organização mínima permite gerenciar melhor o negócio e a própria vida, além de ser importante para crescer e se desenvolver.
O empreendedor deverá registrar, mensalmente, em formulário simplificado, o total das suas receitas.
Deverá manter em seu poder, da mesma forma, as notas fiscais de compras de produtos e de serviços.

14. Quais os benefícios da formalização?
A) Cobertura Previdenciária para o Empreendedor e sua família, traduzida nos seguintes benefícios.
Para o Empreendedor:
1- Aposentadoria por idade : mulher aos 60 anos e homem aos 65. É necessário contribuir durante 15 anos pelo menos e a renda é de um salário mínimo;
2- Aposentadoria por invalidez : é necessário 1 ano de contribuição;
3- Auxílio doença: é necessário 1 ano de contribuição;
4- Salário maternidade (mulher): são necessários 10 meses de contribuição;
Para a família:
1- Pensão por morte: a partir do primeiro pagamento em dia;

2- Auxílio reclusão: a partir do primeiro pagamento em dia;
Obs. Se a contribuição do Empreendedor Individual se der como base em um salário mínimo, qualquer benefício a ele que vier a ter direito também se dará como base em um salário mínimo.
B) Acesso a serviços bancários, incluindo crédito.

C) Apoio técnico do SEBRAE sobre a atividade exercida;
D) Possibilidade de crescimento em um ambiente seguro;
E) Desempenhar a atividade de forma legal, sabendo que não sofrerá ações do Estado;
F) Formalização simplificada e sem maiores burocracias;
G) Baixo custo da formalização em valores mensais fixos
H) Simplificação no processo de baixa e ausência de pagamento de taxas.

15. Posso contratar alguém para me ajudar?
A lei prevê a possibilidade da contratação de até um empregado com remuneração de um salário mínimo ou piso da categoria 

16. Qual o custo para contratação de um empregado?
O custo previdenciário, recolhido em GPS, é de R$ 51,15, sendo R$ 13,95 de responsabilidade do empregador e R$ 37,20 descontado de empregado.
Esses valores se alteram caso o salário seja superior ao salário-mínimo e até o piso da categoria profissional.

17. Em qualquer caso é preciso fazer a Guia do FGTS e Informação à Previdência?
Só deve ser feita se o Empreendedor Individual tiver empregado.
A GFIP que é entregue até o dia 7 do mês seguinte ao pagamento do salário através de um sistema chamado conectividade social da Caixa Econômica Federal.
Ao preencher e entregar a GFIP, deverá ser depositado o FGTS do empregado, calculado à base de 8% sobre o seu salário. Todas essas contas são feitas automaticamente pelo sistema GFIP, que deve ser baixado do site da Internet da Receita Federal, no endereçowww.receita.fazenda.gov.br na parte de Download.
Em resumo, o custo total do empregado para o Empreendedor individual é 11% do respectivo salário mínimo ou piso da categoria, o que equivale a R$ 51,15 se o empregado ganhar o salário mínimo.

18. Posso prestar serviços a outras empresas?
O Empreendedor Individual não poderá realizar cessão ou locação de mão-de-obra.
Isso significa que o benefício fiscal criado pela LC 128/2008 é destinado ao empreendedor, e não à empresa que o contrata. Significa, também, que não há intenção de fragilizar as relações de trabalho, não devendo o instituto ser utilizado por empresas para a transformação em Empreendedor Individual de pessoas físicas que lhes prestam serviços.

19. Como fica a situação do Alvará de funcionamento e do cumprimento de posturas municipais?
A concessão do Alvará de localização depende da observância das normas contidas na legislação municipal. O empreendedor deve investigar se o local escolhido para estabelecer se a sua empresa está de acordo com as normas emanadas nesses Códigos.
Ressalte que, assim, antes de qualquer procedimento, o empreendedor deve consultar a Prefeitura para saber se existe ou não restrição para exercer a sua atividade no local escolhido, bem como outros requisitos a serem cumpridos, como sanitários, por exemplo, para quem manuseia alimentos.
Ciente de sua viabilidade em termos de local, o registro como Empreendedor Individual terá força de alvará (também conhecido como autorização de funcionamento).
Ressaltar muito que, caso desconheça as regras de localização, não deve concluir o processo de registro pois isso poderá acarretar prejuízos futuros à coletividade e também ao próprio empreendedor, que estará sujeito a multas, apreensões e até mesmo o fechamento de seu negócio pela fiscalização.
Essa ressalva deve ser feita de forma veemente.

Espero que tenha gostado! Bem direto para o tema, caso alguém tenha alguma dúvida, pode entrar no site do SEBRAE. No próximo post vou indicar alguns sites sobre grana e etc.

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Glossário/Terminologia de Custos

Mais uma das etapas. Aqui estão alguns termos que vemos nos meios de comunicação, mas não entendemos ou temos uma visão diferente. Este glossário foi retirado da matéria do Dr. Alexandre Bossi, futuro deputado federal.

TERMINOLOGIA DE CUSTOS

  • GASTO: Sacrifício financeiro com que a entidade arca para obtenção de um produto, ou serviço qualquer, seja para uso ou consumo:

Ex.: Gasto com compra de matéria-prima, gastos com mão-de-obra tanto da produção como na distribuição.

  • CUSTO: Compreende a soma dos gastos com bens e serviços aplicados ou consumidos na produção de outros bens ou serviços. O custo é também um gasto, só que reconhecido como tal, isto é, como custo, no momento da utilização dos fatores de produção (bem e serviços), para a fabricação de um produto ou execução de um serviço.

Ex.: o salário do operário, da fábrica, que trabalha na produção de determinado produto.

  • DESPESA: Compreende os gastos decorrentes do consumo de bens e da utilização de serviços das áreas administrativa, comercial e financeira, que direta ou indiretamente visa a obtenção de receitas. As despesas são itens que reduzem o lucro e que tem essa característica de representar sacrifício no processo de obtenção de receitas.

Ex.: O salário do vendedor, que irá comercializar o produto.

  • INVESTIMENTOS: Compreende geralmente os gastos com aquisição de bens de uso da empresa (ativos), ou ainda, aumento de sua vida útil.

Ex.: A compra de um veículo é um investimento e não uma despesa ou custo. No entanto, a perda do valor do veículo em virtude de sua depreciação, representa uma despesa ou custo.

  • DESEMBOLSO: Pagamento resultante da aquisição de bens ou serviços, podendo ocorrer antes, durante ou após a ocorrência do fato.

Ex.: é quando sai o dinheiro do caixa ou do banco.

  • PERDA: Bens ou serviços consumidos de forma anormal ou involuntária. Não deve ser confundida com despesa e nem com custo, exatamente pela sua caracterização de anormalidade e involuntariedade. São itens que vão diretamente à conta de resultado.

Ex.: Perdas com incêndio, obsoletismo de estoques, gastos com mão-de-obra duramente um período de greve.

CLASSIFICAÇÃO DOS CUSTOS

Quanto a alocação dos Custos aos Produtos:

  • Custos Diretos – São aqueles que são facilmente atribuíveis a um determinado bem ou serviço, ou seja, são percebidos com clareza em cada produto ou serviço.

Ex.: Matéria prima, mão de obra direta.

  • Custos Indiretos – São aqueles custos que beneficiam toda a produção de um bem ou serviço. São todos os custos de produção, exceto os materiais diretos e mão-de-obra direta.

Ex.: Aluguel, depreciação, salário da supervisão.

7.2 – Quanto a sua dependência com o Volume de Produção ou de Venda:

  • Custos variáveis – São aqueles que estão diretamente relacionados com o volume de produção ou venda. Em termos de custos totais, quanto maior for o volume de produção, maiores serão os custos totais. Em termos unitários, os custos permanecem constantes.

Ex.: Matéria prima

  • Custos fixos – São aqueles que independem do volume de produção ou venda. Representam a capacidade instalada que a empresa possui para produzir e vender bens ou serviços. Em termos de custos unitários, quanto maior for o volume de produção ou venda, menores serão os custos por unidade. Em termos de custos totais, independem das quantidades produzidas ou vendidas.

Ex.: depreciação, aluguel.

Outros autores apresentam outras classificações e conceitos de custos. As mais comuns são:

  • CUSTO PADRÃO: São custo pré-determinados, calculados com base nos parâmetros operacionais, aplicados sobretudo, quando os parâmetros ou indicadores físicos estão perfeitamente definidos, e quando os custos mantém uma relação íntima com a variabilidade daqueles atos quantitativos. Serve como meio de comparação, para se Ter uma idéia de quanto se evoluiu ou não, em relação à períodos de anteriores.
  • CUSTOS HISTÓRICOS: São aqueles registrados contabilmente e sobre eles não há qualquer reajuste monetário. São custos realmente incorridos. Em outra palavras, são os custos objetivos, por que não sofrem nenhuma influencia de julgamento subjetivos.
  • CUSTOS DE OPORTUNIDADE: É o valor do benefício que se deixa de ganhar, quando no processo decisório se toma um caminho em detrimento de outro, ou seja, os benefícios da alternativa rejeitada serão o custo de oportunidade da alternativa selecionada. Exemplo de Custo de Oportunidade é deixar de

aplicar no mercado financeiro, para investir no Ativo Permanente Imobilizado. Esses rendimentos que a empresa deixa de ganhar é um custo de Oportunidade.

  • CUSTOS PRIMÁRIOS: É a soma da mão-de-obra direta e material direto utilizados no processo de produção. Podemos supor que tanto a mão-de-obra direta quanto o material direto, foram os dois primeiros itens de produção e serem identificados e contabilizados. É do interesse da administração da empresa controlar estes dois itens de custo, por serem mais relevantes e por significativos itens do custo total de produção.
  • CUSTO DE TRANSFORMAÇAO: É o custo de transformação do material em produtos. É a soma de mão-de-obra indireta e custos indiretos de fabricação.
  • CUSTOS ESTIMADOS: São pré-determinados e se destinam a resolver certos problemas de controle e planejamento. São computados na base das informações disponíveis anteriormente, à produção e à compra. Quando a empresa deseja realizar alguma operação e quer prever sua rentabilidade ou a relação custo-benefício, solicita ao contador de custos a estimação dos custos relacionados
  • CUSTOS RATEADOS: São sempre custos indiretos, pois o rateio é realizado mediante o emprego de critérios e taxas, que resultam na divisão proporcional de um montante global.
  • CUSTOS SEMI VARIÁVEIS: São aqueles que possuem uma parcela fixa e uma variável.
  • CUSTOS EVITÁVEIS E NÃO EVITÁVEIS: Os evitáveis são eliminados ao se deixar de realizar uma determinada atividade. Os não evitáveis aparecerão em qualquer circunstancia.
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Princípios e atitudes do investidor inteligente

Seguindo uma das etapas de orientação para conclusão do Blog, segue um texto muito bacana que o pessoal da dinheirama.com confeccionou, um texto feito por um profissional o Conrado Navarr. Enyoy it.

Ademir comenta: “Navarro, é muito comum notar familiares, colegas de trabalho e até mesmo amigos que recebem bons salários, mas não sabem bem o que fazer com o dinheiro. Consomem, gastam com o dia a dia mais do que o necessário e sempre reclamam que não dá para investir e que o salário é dos piores. Mas isso acontece com quem ganha um salário mínimo e também com gestores e diretores. Equilibrar é assim tão difícil? O que faz de um investidor alguém especial? Disciplina? Obrigado”.

Investir pressupõe ter dinheiro sobrando. Sejamos sinceros: por aqui, o raciocínio relacionado ao ato de fazer sobrar dinheiro não favorece a cultura do investimento. A autodefesa contra o sistema traz à tona a figura do “se”. Ora, se está sobrando, por que não consumir um pouco mais? Por que não dar entrada naquela tão sonhada TV LCD? Por que não comprar uma e outra peça de roupa e valorizar a aparência? Se sobra, então é porque eu posso mais.

Equilíbrio… Mas, e se?
A palavra resume bem o que é necessário para que um simples cidadão possa se transformar em um poupador e, então, em um investidor. Ironica e felizmente, equilíbrio também diz respeito ao “se” (frequente em quase todas as nossas decisões). Se eu deixar de comprar a TV agora, posso guardar o dinheiro para comprá-la com desconto depois do Mundial. Se eu evitar tantas baladas, talvez tenha dinheiro para a viagem de navio que tanto gostaria de fazer. O que muda?

Se não somos bons com o “se” que nos faz consumir, também não somos com o “se” que deveria nos levar à reflexão. Logo, o equilíbrio – que pressupõe disciplina – não é a chave. Ajuda, mas não resolve. A diferença mesmo quem faz é o comprometimento e o amor. Comprometimento com a melhora, com a possibilidade de crescer, agregar valor e construir patrimônio. Amor próprio, que reflete-se na autoestima e na capacidade de, ai sim, tomar partido e avaliar com mais inteligência as alternativas disponíveis.

Iniciada minha contribuição, listo abaixo dez princípios e atitudes que considero especiais eminvestidores inteligentes e que sabem fazer seu dinheiro realmente trabalhar:

1. Não considera títulos de capitalização como investimento. Pagar caro para que uma simples poupança seja acumulada e, ainda assim, apresente retorno menor que o da caderneta de poupança não faz parte do dia a dia de investidores conscientes. Para entender melhor este tipo de produto, leia o artigo “A verdadeira face dos títulos de capitalização”.

2. Não transfere a responsabilidade de gerenciar suas finanças para outra pessoa ou instituição. As melhores alternativas de investimento são aquelas que ele compreende e é capaz de associar às suas metas pessoais, profissionais e familiares. Ponto. As indicações (do amigo, do gerente etc.) são analisadas com o devido respeito e atenção, mas a decisão é sempre consciente e parte de um processo. O mesmo acontece com o dinheiro do cotidiano.

3. Mantém um orçamento atualizado e que contempla gastos, receitas e investimentos. Controla, mede e avalia para que possa usar as ferramentas financeiras como fator de libertação e independência. Sabe se está exagerando e quando pode exagerar. Conhece seus limites e os respeita.

4. É coerente com a realidade familiar. Vive o padrão de vida possível, com plena consciência de que evoluir significa ter, antes de mais nada, um meio de vida sustentável e compatível. Não guarda por guardar, mas porque quer garantir possibilidade de consumo e qualidade de vida hoje e sempre. O futuro não é apenas romântico, mas parte de sua programação financeira. Sugiro a leitura do artigo “A complexa e delicada questão do padrão de vida”.

5. Assume o papel de cidadão e negocia com firmeza. Ao entrar em uma loja, sabe que o interesse deve ser muito maior por parte do vendedor. Assim, prefere não demonstrar euforia e emoção e avalia os produtos/preços de forma racional, fria. Planeja a compra com antecedência, exige desconto e prefere pagar à vista. Leia também “Negociação = Planejamento, disposição e informação”.

6. Tem objetivos claros que faz questão de respeitar. Dica recorrente, presente em todo trabalho de bons planejadores financeiros, definir objetivos significativos faz com que o investidor exercite a automotivação. Quando o que ele quer tem valor, é relevante para si, ele é capaz de deixar outros pequenos desejos, supérfluos ou não, na fila de espera. Mais sobre o tema no artigo“O grande segredo de ter metas financeiras”.

7. Valoriza a qualidade de vida. Vive de acordo com suas possibilidades, mas com momentos de lazer, tempo para a família, hobbies e prática de esportes. E faz questão de destinar parte de seus recursos para o cultivo da qualidade de vida, consciente de que inesquecíveis são os momentos, as pessoas e os acontecimentos, e não um produto ou bem material. A polêmica completa você encontra no texto “Há relação entre riqueza e qualidade de vida?”.

8. Faz uso da matemática financeira básica para tomar decisões. Primeiro, sabe que não existe o tal “juro zero”. Segundo, sabe usar simuladores simples para avaliar uma compra financiada, parcelada e a contra-partida da compra à vista com o apoio do tempo. O que é melhor? Gosto muito do exemplo usado pelo amigo e autor best seller Gustavo Cerbasi em relação à compra da casa própria quando ainda somos jovens:

Os jovens que compram seu imóvel quando ainda ganham pouco acabam por comprometer excessivamente o orçamento familiar com uma prestação maior do que pagariam pelo aluguel de um apartamento mais simples e adequado para o momento. Falta dinheiro para seu lazer, para seus planos de curto e médio prazo. (…) Com um orçamento apertado por uma pesada prestação, qualquer imprevisto leva o jovem a contrair pequenas dívidas – A vantagem da compra própria, por Gustavo Cerbasi em 07/06/2010 – Folha de S. Paulo.

9. Comemora pequenas vitórias e aprende com seus erros. A vida não é só sombra e água fresca, mas tem seus momentos de grande alegria. Os desafios trazem consigo o sentimento de realização e também experiências frustrantes. O investidor de sucesso aceita essa realidade e convive com ela de forma cordial, com humildade e muita vontade de aprender. Aprende porque quer, não porque precisa.

10. Diversifica, investindo em produtos conservadores e alternativas mais agressivas.Como define bem seus objetivos de curto, médio e longo prazo, aloca seu capital eminvestimentos de características próprias, sempre alinhando-os com seu horizonte de tempo e interesse. Assim, mantém uma boa reserva de emergência, deixa a maior parte de seu dinheiro em produtos conservadores, mas também participa do mercado de ações (fundos, home broker etc.).

Todos podemos ser investidores inteligentes
Porque se for importante para você, você é capaz de fazer. Se for valer a pena, você segue adiante. Se realmente representar uma possibilidade de novos rumos na profissão, você arrisca. Porque se for por você e por aqueles que ama de verdade, você é capaz de aprender e fazer diferente. Engraçado, o “se” apareceu novamente. Pois é, o investidor inteligente tem no “se” seu maior trunfo:as respostas são consequência e o que realmente importa são as perguntas. Causa e efeito. Afinal, se dependesse de mim, você seria rico, feliz e cercado de boas decisões. Se…

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Planilha de Controle Financeiro Pessoal

Bom dia,

Como prometido, aqui está a planilha feita por Diogo Gonçalves(www.renovo.com.br).
Ela é fácil de manusear, pois possui uma explicação de como funciona. Automaticamente são gerados gráficos, percentual de poupança que poderá ser feito.

Em uma palestra do Lucas Roque, Gerente da XP investimentos, há 2 semanas atrás na faculdade, disse que todos já tentamos fazer um controle bem rígido, mas sempre desistimos.
Quando existe um Controle Financeiro, como essa planilha, não necessariamente precisa ser alimentada todos os dias, mas pode se juntar as notas e a cada fim de semana você deve inserir os dados.

Dicas para preencher a planilha:

  • Não desista! Comece e leve até o fim esse empreendimento;
  • Até seu chicletes, nesse primeiro momento, deve estar bem claro em seus custos;
  • Se for possível, tente fazer uma poupança. Por menor que seja.

TODOS os seus gastos precisam ser especificados, para quem sabe em 2 meses você já saber sua rotina de gastos e poder fazer uma média, agora que você “conhece” seus gastos rotineiros.

Qualquer dúvida, é só perguntar. jmatheus87@yahoo.com.br

Eis o link: http://www.4shared.com/document/bxxwhrNn/Controle_Financeiro_Pessoal.html

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Seria a solução dos problemas financeiros?

Escrevi esse texto, espero que apreciem. Good Luck for all!

”Devemos gastar 70% da nossa renda…”

Com essa afirmação, inicio este texto, pois é necessário que exista uma margem para auxiliar nos tempos de crise, mas, isso está longe da realidade brasileira.

O mundo gira em torno da tecnologia e precisamos aprender a lidar com isso. Com isso, eu conheci alguém que muito contribuirá para a nossa conscientização sobre o uso correto das nossas finanças. Esse “encontro” aconteceu na rede social Twitter.

O empresário Altomir Rangel Cunha, que atua no ramo de Personal Care, nos dá dicas de como obter essa metanóia (mudança de mente) sobre o uso do dinheiro. Graduado em International Bussiness, para nos brasileiros, Administração em Comércio Exterior pela Oral Roberts University em Oklahoma nos EUA e com MBA em Gestão de Negócios pela IBMEC-RJ, Rangel está com propriedade para nos auxiliar.

A frente na diretoria das operações de sua empresa tanto em produção, comércio exterior e marketing, ele diz que devemos gastar 70% da nossa renda caso queiramos poupar algo. Claro que não é uma regra, mas a idéia é essa: conseguir separar uma parte da renda.

Todavia, a realidade é outra. Se pudéssemos citar o real motivo desse consumismo desenfreado, ficaríamos dias tecendo justificativas, mas devemos encarar o fato que é muito difícil comprarmos algo porque simplesmente chegou ao fim. ”Quase ninguém compra outro sapato por que o seu está furado ou simplesmente ‘acabou’. As pessoas compram, na maioria das vezes, pela promoção/propaganda, ao invés de comprar pela necessidade. E acabam não usando tudo o que tem” diz Rangel.
Esse conceito de necessidade e desejo passa despercebido, na maioria das vezes, pelos consumidores  e principalmente aos brasileiros, que são emergentes.

Foi perguntado, também, se seria aconselhável fazer um financiamento no atual cenário econômico brasileiro e o empresário diz que é pontual, pois se trata de uma necessidade ou de uma estruturação de capital. Neste caso pode-se encontrar, teoricamente, uma ótima estrutura de Capital fazendo uso da equação do CAPM que explana o objetivo de estabelecer uma relação quantitativa entre risco inerente a um ativo e o retorno justo que deve ser esperado.

Saindo um pouco da parte teórica que já estamos habituados a vermos em vários textos, o empresário foi questionado sobre sua conscientização para o uso correto do dinheiro, e disse que foi ensinado a agir dessa maneira desde criança, mas que ficou mais forte dos 12 aos 13 anos de idade. Em suas palavras: “tomei a consciência de que não poderia ter tudo o que eu queria, no tempo que eu queria”.

Vemos nos tempos atuais jovens, que cada vez mais cedo, estão se afundando em complicações financeiras e já contaminando o mercado com essa idéia de que os mais novos não sabem administrar suas finanças, porém Rangel dá um recado, principalmente aos jovens, que devem se expressar e não tentar impressionar, pois é sempre melhor superar as expectativas, do que frustrá-las.

Um medo que temos ao planejar a compra de um produto com alto valor agregado, seria não conseguir pagar. Sobre isso algo simples pode ser dito, devemos colocar na ponta do lápis os gastos previstos e esperados de cada mês, se essa nova aquisição não sobressair sua receita total, contando com esses gastos, pode-se pensar realmente sobre a efetivação do planejamento da compra.

E algo que intriga todos que estão atolados em dívidas, aos próprios olhos intermináveis, é como realizar um planejamento eficaz e ter uma nova chance de recomeçar sua própria administração financeira. Com isso Rangel diz que poderia ser feito um empréstimo, bancário ou não, e assumir as prestações dessa dívida tomando o cuidado de economizar nos meses seguintes e assim efetuar o pagamento das contas mais importantes, geralmente as maiores, que refletem exageros cometidos que não deixaram espaço para as pequenas contas. Ele diz para repensar os grandes gastos.

Depois dos conselhos de como sair das dívidas, podemos pensar em como investir uma parcela da margem de 30% que sobrou de toda a administração financeira que fizemos, e uma dessas formas seria a iniciação no mercado de valores, a Bolsa.

Acertar o melhor momento de entrar na bolsa é realmente uma difícil tarefa, até mesmo para quem acompanha o mercado durante todo o dia. Você pode aplicar em um fundo de ações ou direto na bolsa. Inicialmente, são aconselháveis os fundos de investimentos, pois neste caso você delega a escolha das ações para o gestor do fundo, que sempre respeitando o regulamento, estará analisando e mudando os papéis na composição da carteira, de suas ações.

E para diversificar as opções de investimentos, Rangel nos diz alguns, como fundo DI, fundos de renda fixa e os CDB’s, que são seguros por estarem ligados às taxas de juros de alguma maneira. Essa ligação faz com que os rendimentos desses produtos variem de acordo com a oscilação dos juros, assim, o investidor que decidir por alternativas de baixo risco terá de aceitar os rendimentos condizentes com essa opção. Uma alternativa mais utilizada atualmente por aqueles que desejam melhorar seus rendimentos, sem se expor a grandes riscos, seria a diversificação das carteiras.

Novamente falando sobre a Bolsa e finalizando a entrevista com o empresário, ele diz, parafraseando Warren Buffet: “O mercado acionário é feito para transferir o dinheiro dos apressados para os pacientes”.

Depois desses conselhos, prezo que você consiga aplicar as partes deste texto nas situações no qual se encontra inserido. Se endividado, conseguir sair. Se já conseguiu se estabilizar, arriscar a investir.

Agora é com você.

José Matheus Barbosa Lima
Futuro Trader

Para acompanhar  Altomir no Twitter, aqui está o endereço:http://twitter.com/Altomir
Sempre algo para somar em sua vida.

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Eu dono do meu próprio dinheiro? E agora o que vou fazer?

Bom feriado de 1 de maio a todos!

Nada mais propício para falar no dia do trabalhador daquilo que todos,que se encaixam dentro desse título buscam no início ou no final do mês, o dinheiro.
No próximo post, irei trazer idéias de como economizar, um case de sucesso de um empresário e depois que já está atolado em dívidas como sair delas.

Também será disponibilizado uma planilha em Excel para poder controlar todos os gastos do dia-a-dia confeccionada por um analista financeiro que será entrevistado.

Até lá, vamos usar com consciência o nosso “rico dinheirinho”.

Abraços!

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